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A pergunta pode gerar estranheza, porém, nem sempre os fatos que norteiam a chegada do espírito do Cristo a Terra, revela-se, pois acaba sendo encoberto pelos ornamentos que disfarçam o sentido simbólico de seu nascimento. Roma, país dominante, passava a ser governada por Caio Júlio. Assumiu o poder após assassinar o pai adotivo Júlio César. Em meio a essa carnificina, proliferada, igualmente, nos campos de batalha, o povo Judeu anunciava a chegada do Messias. Anteriormente, o povo hebreu, igualmente, afirmava a vinda do Salvador.

O receio dos governantes era que o Messias tiraria a submissão do povo dominado pelos romanos. Assim, ao ser anunciada a chegada do prometido, o Imperador dá a ordem de perseguição e morte a essa ameaça que se construía. Maria e José partem de Nazaré para Belém a fim de refugiarem-se, porém, já entrando em trabalho de parto pela distância, acaba dando a luz a Jesus, o homem, numa manjedoura. Ali recebe as bênçãos dos reis Magos e a luta pela sobrevivência continua.

Dados históricos revelam que a família alcançou o espaço territorial do Cairo, no Egito, com a finalidade de sobreviverem a fúria estabelecida contra o enviado.

“1 Naqueles tempos apareceu um decreto de César Augusto, ordenando o recenseamento de toda a terra. Este recenseamento foi feito antes do governo de Quirino, na Síria. Todos iam alistar-se, cada um na sua cidade.Também José subiu da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, para se alistar com a sua esposa Maria, que estava grávida.”

LUCAS

Jesus nasceu condenado a morte e assim atravessou sua encarnação fadado a severas provas e expiações. O primeiro de seus legados foi a instrução educativa sobre a perseverança e a contundente luta para o alcance daquilo que se faz necessário para o aprimoramento dos homens e da vida. Sua chegada nos ensinou sobre a missão de cada um de nós, revelando sua presença ao nosso lado, a parceria … a religação a Deus, o Pai.

Resgatar essa história é reavivar o verdadeiro espírito do natal. É falar da missão de Jesus e disseminar um de tantos ensinamentos. O natal não pode ser neve e bolinhas, muito menos presentes ou culto de velório a uma ceia que degrada o presépio com a cruel morte dos bichinhos que participaram da vinda do Cristo.

Reacender a vida de Jesus é uma necessidade diária, principalmente, na data alusiva ao simbolismo de seu aniversário. Jesus vai muito além, muito mesmo, daquilo que se propaga.

 AA

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