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 Nossa População

  • No final do ano de 2007, o IBGE divulga os novos dados populacionais brasileiros: Em relação aos ano 2000, crescemos 8,4%, com uma média de 1,21% ano;
  • Dentro dessa perspectiva, alcançaríamos um aumento populacional para o ano de 2014 em torno de 7,26%;
  • Assim, teríamos, como amostragem, os seguintes índices e a provável variável: 2000 (169.799.170), 2007 (183.987.291) e 2013 (197.344.768).

Fonte:

http: http://noticias.uol.com.br/ultnot/2007/12/21/ult23u860.jhtm//noticias.uol.com.br/ultnot/2007/12/21/ult23u860.jht

Histórico da Bolsa Família

Nesse ano, 1 em cada 4 brasileiros são atendidos pelo bolsa família;

Entre setembro de 2005 e março de 2014 o programa teve um aumento de 48,7% de beneficiados (http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,um-em-cada-quatro-brasileiros-esta-no-bolsa-familia,38787);

Para 2014 estimasse que mais 500.000 famílias serão atendidas, cerca de 1,8 milhão de pessoas

“O governo usa o Bolsa Família como exemplo de uma medida bem sucedida. Mas como um programa criado para tirar pessoas da pobreza pode ser elogiado se o número de dependentes aumenta a cada ano? O crescimento vegetativo da população é uma explicação insuficiente, já que a quantidade de beneficiários sobe muito mais rapidamente do que a de brasileiros. “Se uma em cada quatro pessoas recebe Bolsa Família, isso quer dizer que três em cada quatro pagam por uma quarta. Não me parece que a longo prazo isso seja sustentável”, diz o economista Adolfo Sachsida, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).”

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/numero-de-beneficiarios-do-bolsa-familia-so-cresce

 

Taxa de Desemprego

Segundo o IBGE, o desemprego no Brasil caiu de 12,6% no ano de 2002, regressivamente, até o patamar de 5,4% em 2013 (http://www.fpabramo.org.br/fpadefato/?p=261), alcançando o menor índice em 2014 atingindo 5% no mês de Julho (http://oglobo.globo.com/pais/moreno/posts/2014/09/26/brasil-desemprego-o-menor-em-12-anos-550874.asp)

Reflexões

 

  1. Por que o número de beneficiados aumentou, desproporcionalmente, em relação ao número de habitantes?
  2. Tendo, então, reduzido,  índice de desemprego em nosso país, isso não aumentaria, naturalmente, a renda das pessoas?
  3. Dar dinheiro, tira as pessoas da miséria, ou, simplesmente, mascara uma miserabilidade institucionalizada através de uma mesada?
  4. Como são selecionadas, cadastradas e monitoradas as famílias beneficiadas?
  5. O PT, que se diz protagonista para os planos sociais do nosso país, conduz a gestão da nação por 12 anos, iniciando uma segunda geração de brasileiros. É muito tempo. Por que, ao invés de reduzir a destinação de verbas para esse projeto e direcioná-las a outras necessidades, apenas se aumentam os valores e as pessoas que dependem desses subsídios?

Leiam as reflexões feitas por especialistas e publicadas pela Revista Veja em janeiro desse ano:

“As falhas na fiscalização também ajudam a explicar o número cada vez maior de beneficiários, apesar do crescimento da economia. Trabalhadores que possuem empregos informais – segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 40 milhões de pessoas – por vezes acabam burlando as regras e recebendo o benefício. “Não tem sido feito um controle adequado e isso desvirtua o programa”, diz o professor Newton Marques, da Faculdade de Economia da Universidade de Brasília (UnB). 

Relatos de fraudes no programa não são raros: algumas das irregularidades descobertas envolvem pagamentos em nome de crianças, estrangeiros, mortos e até animais. As dificuldades na verificação dos critérios facilitam os desvios. A fiscalização é feita no plano municipal, com o uso de ferramentas oferecidas pelo governo federal.

Em um fórum virtual que reúne gestores do Bolsa Família, os relatos sobre as dificuldades são frequentes. Em uma das mensagens publicadas na página, um funcionário admite que não pretende cancelar os pagamentos a uma beneficiária que, pelas regras, já ultrapassou a renda exigida para participar do Bolsa Família: “Eu me sinto frustrado em ter que fazer parte desse processo. Será por iniciativa minha que ela deixará de receber o dinheiro que já está acostumada a receber. Sou eu quem irá explicar o motivo de ela estar com o beneficio bloqueado. Enfim, serei eu quem irá escutar as reclamações, ameaças e tudo mais”, diz ele.

O Bolsa Família contempla os núcleos familiares com menos de 70 reais de renda per capita ou famílias que tenham renda de até 140 reais per capita e possuam ao menos um jovem menor de quinze anos. O menor auxílio pago aos beneficiários do programa é de 32 reais. De acordo com a renda familiar e a quantidade de filhos, o valor pode subir muito: há beneficiários que recebem 600, 700 e até 800 reais por mês. O valor médio pago é de 120 reais.

Um dos problemas mais graves do Bolsa Família é a falta das tão propaladas portas de saída. Apenas 12% dos atendidos pelo programa abriram mão do benefício até hoje, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social. E não se pode dizer que eles superaram a miséria necessariamente graças ao auxílio do governo.

O efeito do programa também pode ser uma das explicações para a baixa no índice de desemprego. A metodologia aplicada pelo IBGE só considera desempregada a pessoa que, tendo mais de dez anos, procurou um emprego nos trinta dias anteriores à pesquisa e não encontrou. Com o Bolsa Família garantido por tempo indeterminado, argumentam alguns economistas, muitas pessoas não se dedicam com afinco à procura por um novo trabalho. Como consequência, elas não são vistas estatisticamente como desempregadas.

Adolfo Sachsida e Newton Marques concordam que seria adequado instituir um limite temporal – três ou quatro anos, sugere o pesquisador do Ipea – para que os beneficiários busquem uma qualificação e adquiram uma fonte de renda por conta própria. Mas, dado o potencial eleitoral do programa, nenhum partido político encampa uma proposta do tipo.”

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/numero-de-beneficiarios-do-bolsa-familia-so-cresce

BF

 

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