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Apegar-se ao passado e um erro, pois não conseguimos retornar e nem mesmo alcançar aquilo que já se foi. O apego ao que se deu aprisiona o ser em uma condição indeterminada, sem sentido. São essas afirmações que balizam o senso comum dentro da vã expectativa para as transformações e as transmutações. Entretanto, é preciso revisar alguns conceitos e ampliar a compreensão a cerca da história de cada um de nós.

Viver é estar, íntegro, no sentido da atenção e da potencialidade, no exato instante presente. Se, vivemos e isso se deu em um passado perfeito ou imperfeito, há a presença da morte, pois acabou. Interessante é que o contexto não, esse se mantém vivo, é recorrente e atravessa as barreiras espaço temporais, manifestando-se nítida, mesmo que à sombra da não consciência de quem a percebe.

Somos a representação dos vários personagens interpretados, internalizados nas múltiplas cenas das histórias, enredos e vivências experimentadas. Informações diversas são repassadas pelo simples fato de nos envolvermos com o fenômeno vida e conhecimentos intermináveis brotam quando então comprometemo-nos com o gatilho motivacional que nos guia. Trocamos a roupagem, desdobramo-nos em cenários diferentes e até ocupamos mais de um lugar no espaço ao mesmo tempo. Eternizamo-nos por essa convivência.

Enfim, somos uma consequência do que criamos e construímos. Edificamos habilidades, absorvemos comportamentos saudáveis e outros inversos. Irradiamos energias de vibração elevada assim como as densas. Formamo-nos e nos constituímos. Personalidades múltiplas vestidas em corpos materiais distintos, mas, em homens espíritos únicos, seguindo o exclusivo devir da liberdade de escolha.

A desarmonia e o desequilíbrio estão na fixação em repetir o que já fora vivido, ai sim, aprisionando-se num dado capítulo escrito, lido e repassado dentro da senda da evolução. Agora, negar ou anular, tudo aquilo que fora agregado como experiência edificante é igualmente nocivo. Somos o resultado de uma equação que soma, multiplica subtrai e divide egrégias de similaridade que norteiam o caminho reto do aperfeiçoamento próprio e da evolução que nos conduz à energia pura, as centelhas que se aproxima à imagem e a semelhança do criador.

Apego ao passado, ou a qualquer outro tipo de coisa, não é saudável. Aprendizado com o que se executou, isso são consciência e maturidade. Cada um de nós transforma pelo presente, já que envolvemos a realidade externa para esse fenômeno. Agora, a transmutação, essa se faz pelo universo interno e o veículo encontra-se na história que fizemos.

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