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Reconhecemos as mazelas atravessadas. Os infortúnios, as dores e a ânsia para nos afastarmos dessa realidade. Alcançamos a mais requintada, dentre todas as habilidades, em mergulharmos em concepções ameaçadoras, intoleráveis e frustrantes. Tornamo-nos poli queixosos e o mais surpreendente disso é a consciência que adotamos frente a esses percalços, ou seja, sabemos disso tudo.

Delegamos e transferimos a responsabilidade dessas situações a terceiros. Sempre conseguimos eleger, em verdade, um culpado. Alguém, esse sujeito bem definido, é o algoz, aquele que nos desequilibra e joga distante do eixo central que propomos regera nossa vida. Isso nos inocenta e arranca das costas qualquer tipo de comprometimento com as escolhas feitas por nós.

Adoecemos, física e mentalmente, construímos depressões, assolamos a rotina com ansiedades e angústias. Sentimos dores e assim permanecemos parasitários diante da nossa própria limitação. Perdemos o verdadeiro sentido da vida, valorizando o supérfluo e descreditando o que é de valor à vida de cada um de nós. Invertemos todos esses valores. Significante e significado necrosaram.

O desespero faz-nos pedirmos, incessantemente. Suplicamos para que façam por nós, que nos direcionem a algum caminho e assim encontremos uma saída. Fazemos, então, de nossas vidas, esse marasmo de miserabilidades, genericamente falando.

Deveríamos identificar a vida como o grande contexto para nosso crescimento, sem adjetivações positivas ou negativas, mas, apenas, como oportunidades. Jamais nos permitirmos o raso, sempre o profundo, porém, em todas as direções, buscando encontrar o bom e a alternativa, independentemente, daquilo que se acontece. Sem queixas, mas, tão somente, com descrições que nos fazem ensinar. Transformar tudo em saúde, através de um novo olhar que impeça a doença de se estabelecer. Assumir a responsabilidade sobre cada um de nossos processos, sem delegações, enriquecendo cada segmento de nossa vida, com o devir de valor a cada coisa que nos pertença. Nada de pedidos ou súplicas, mas, sim, agradecimentos. Eis o que deveríamos fazer.

Para isso, a reforma íntima se faz urgente.

Fazendo I

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