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              A cura é uma possibilidade, consequente da doença, do desequilíbrio ou da desarmonia de um espírito, encarnado ou desencarnado. Esse antagonismo que antecede à cura não pode ser percebido como um fenômeno isolado, pertencente a uma parte do corpo, da vestimenta biológica, proteções emocionais ou mero resultado de uma história reencarnatória. A alma encarnada é dotada de um aparelho anatomofisiológico que sustenta o processo encarnatório, encarcerando como morada situacional o ser para sua caminhada. A mente, participante ativa desse corpo físico, rege, qualitativamente, as percepções, pensamentos e reações de cada indivíduo que retorna à Terra carregando consigo impressões adquiridas na somatória de todas as passagens ocorridas.

 

                Não há dúvida de que o processo de cura é espiritual, porém, obtido através de uma orquestração sistêmica do corpo, da mente e do espírito, sem um peso maior ou menor que anteceda a identificação das causas que levam as afecções. A presença e manifestação das doenças podem acontecer quando, já no nascimento, a criatura vem acompanhada de algum tipo de disfunção, ou seja, o modelo organizacional biológico (MOB) é estruturado de acordo com a necessidade de provas e expiações que o espírito pode ter. Uma formação congênita ou endógena que dá a etiologia do quadro apresentado pelo recém-nascido. A outra forma de manifestação é quando os quadros patológicos surgem ao longo do processo de desenvolvimento, ou adquiridos. Dentro de nossa estrutura agregaria, a doença pode originar-se no corpo físico e disseminar-se para os corpos espirituais, como inversamente também é observado.

 

A “Organização  Mundial de Saúde” (OMS) define a saúde como “um estado de completo

 bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades”.

 

FONTE: http://www.alternativamedicina.com/medicina-tropical/conceito-saude

 

 

 

                Considerando que a ciência alcançou essa concepção ampla e de condições maiores para se alcançar uma boa resolutividade, a complementação dessa visão com o reconhecimento das implicações espirituais, levarão a humanidade a resultados ainda mais promissores. A terapêutica espiritual passa pela pedagogia do evangelho que lança luz às angustias e dúvidas que carregamos e que afetam o equilíbrio. As energizações, pelas vibrações, recarregam de nutrientes etéricos e contribuindo com o bem estar. Também está ao alcance dos atendidos as cirurgias espirituais, os acolhimentos para promoção da saúde, quando identificada a necessidade de um procedimento mais aprofundado. Os trabalhos de desobsessão também podem colaborar com a saúde de pacientes afetados por algum tipo de doença. Agora, a terapia aplicada ao espírito segue uma prerrogativa importante: o merecimento do consulente diante do mal que possui. Merecimento de acordo com a escalda evolutiva que precisa percorrer.

 

 

               Merecimento não se refere à dor, mas, sim, a oportunidade de aprendizado e de crescimento que se ganha com a circunstância vivida. A relação com o elemento espiritual não denota milagre, algo sobrenatural, apenas uma abordagem mais aprofundada sobre um espírito que se encontra encarnado. Associar à saúde física e mental, parâmetros semelhantes à alma dinamiza e potencializa os processos de saúde e doença, criando novas perspectivas. Uma ampliação que requer estudos e aprofundamentos para oferecer cada vez mais à humanidade qualidade de vida e aproximação com o transcendente.

 

Cura I

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