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A mediunidade pode ser definida como uma das funções mentais do ser humano, cuja finalidade é a de estabelecer a interação entre espíritos encarnados com os desencarnados. A ação visa colocar em comum, entre diferentes mundos, conteúdos que informem e gerem conhecimentos para indivíduos e para a coletividade. Sua parte experimental dá-se pela produção e troca de energia, quantuns vibracionais que possibilitam a aproximação e nutrem, ao mesmo tempo, as necessidades dos envolvidos.

Considerando então, que todos nós somos espíritos e que, intrinsicamente, carregamos em nossa mente essa funcionalidade, é concreta a situação de sermos detentores, espontaneamente, de um tipo de mediunidade natural. A decodificação dos espíritos nos ensina que, dentro das casas de acolhimento, onde médiuns desenvolvidos atuam em prol da assistência e do bem estar de seus semelhantes, tipificações específicas são descritas, como a psicofonia e a psicografia. Contudo, independentemente da opção religiosa ou, até mesmo agnóstica, o ser não deixa de reter em sua identidade o contexto espiritual e de aplicar essa realidade em seu dia a dia.

Diante das prerrogativas doutrinárias, isso se justifica por um princípio de justiça: afinal, se todos somos médiuns, porém, com uma estatística minoritária de espíritas, não poderia apenas esses merecimento de evolução pela escolha feita. Todos tem esse direito, derivado das atitudes que surgem do livre arbítrio. Ai onde entra a ação (karma/dharma) dessa mediunidade natural. Mas como isso se dá?

Seguindo a ordem das relações humanas, pelo princípio do bem, ou ética. Associando a essa, a ordem espiritualista que prega o amor entre e para a vida, deve ser tida como um complemento. Na prática, isso é traduzido por um componente lógico: para cada escolha efetuada, agregamos uma responsabilidade social. Pessoas precisam de nós, das nossas funções e responsabilidades. Para cada encarnado atendido, existe a sua volta no mínimo um desencarnado que está próximo por algum tipo de razão. O pressuposto da lei de ação e reação, dita que o impacto é propagado em um tempo e espaço maior do que aquele onde se exerce o comportamento.

Agir seguindo valores elevados e buscando alcançar mais do que aquilo que se supõe poder fazer, focando o bem de todos, sem distinção e verdadeiramente, faria com que nosso planeta se transformasse numa usina de energia com alto padrão vibratório, contribuindo tanto para os encarnados como para os desencarnados que circundam esferas próximas. Isso nos leva não só a colocar em comum como fazer por todos, atingindo as mais variadas faixas de tempo e espaço em que a totalidade dos espíritos atua.

Cabe a nós sermos simplistas e nos colocarmos à disposição de fazer aquilo que deveríamos realizar. Aos médiuns das casas espíritas, é primordial orquestrar essa mediunidade natural com a obra conduzida na assistência dos necessitados, ou seja, coerência entre rotina e prática espiritual.

Mediunidade Natural I

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