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O universo infantil é vastíssimo. Prova disso são as descobertas que a ciência vem apresentando nas últimas décadas sobre seu processo de desenvolvimento e capacidade de atuação no meio social. Igualmente, o segmento não oficializado pela academia, vem dissertando a cerca dos diferenciais das últimas gerações, como por exemplo, aquilo que se descreve sobre as crianças cristais e índigos.

 

Há um ponto em comum entre esses diferentes saberes: o mistério sobre as mudanças identificadas nos perfis das crianças que nascem ou nasceram nos últimos anos. A capacidade cognitiva está diferenciada, identificando-se potenciais específicos estudados através da linha da inteligência múltipla. Outro elemento de destaque está na intensidade da sensibilidade demonstrada por meninos e meninas quando em relação a determinados estímulos emocionais e comportamentais.

 

Se dúvida as alterações sociais, assim como a delegação de responsabilidades e exercício de papéis, precocemente aceitos, contribuem para isso. Outro fator inegável está alicerçado ao princípio evolucionista da espécie humana que incessantemente provoca um preparo para a execução de tarefas e habilidades. Contudo, existe um componente que não mais pode ser negligenciado frente à compreensão efetiva diante do mundo infantil: a mediunidade das crianças.

 

O processo gestacional, que parte da concepção ao nascimento, representa o intervalo e tempo transitório que faz a passagem do espírito da realidade etérea em que se encontra para o material que o aguarda para o reencarne. O nascimento faz com que esse espírito mantenha uma conexão, predominante, como o espaço espiritual e, gradativamente, inverta essa relação para o contexto concreto, reencarnatório. As novas gerações, então, retornam com a função mental da mediunidade bem mais aguçada dos que a de seus pares em tempos anteriores.

 

A possibilidade com sensações abstratas agregadas junto ao banco de memórias da história encarnatória é maior e mais intensa, assim como a drenagem de possibilidades, impressões e contatos, como episódios, outros espíritos e níveis de consciência vivenciados nas experiências anteriores. Isso leva a uma necessidade de orquestração entre a realidade vigente e com todos esses componentes que passam a frequentar a mente e o coração dos pequenos. Essa dinâmica pode ser manifestada por alterações comportamentais e afetivas, alguns desvios padrões da conduta e essa somatória de perfazer de maneira incompreensível para muitos dos pais ou responsáveis. A organização disso passa a ser uma consequência natural da condução dos tutores dos infantes, no sentido de esclarecer, orientar e direcionar essas manifestações.

 

A justificativa para essas características que emergem são devidas tanto à evolução das almas, as que encarnam como as que aqui já se encontram, como, essencialmente, provocadas pelas necessidades urgentes que nosso planeta manifesta. O que fica de significativo é a atenção, fundamental, que precisa ser dada as nossas crianças. Muitas vezes tratadas como doentes, diferentes, ou seja, lá o adjetivo que as qualifiquem, o novo perfil social as negligencia em demasia, distanciando-se de uma integração efetiva para que possam ser compreendidas e assim se desenvolverem com saúde, harmonia, equilíbrio e qualidade de vida, para que definitivamente, possam cumprir a tarefa a que estão sendo designadas.

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