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                No ano de 2010, com aproximadamente dois anos e meio, a menina, aqui chamada de Alfa, passou a manifestar comportamentos que chamavam à atenção de seus pais: uma conduta antissocial severa, no sentido de buscar ignorar a presença das outras pessoas, inclusive as próximas, ansiedade elevada, episódios corriqueiros de masturbação, momentos de auto reclusão denotando sinais depressivos e outros de absoluta euforia, independentemente do estímulo que vivia. Alfa então foi avaliada por um Neuropediatra que a encaminhou de imediato para o Psiquiatra, antevendo a probabilidade de manifestação de um Transtorno Bipolar Infantil. De pronto, a menina passou por algumas avaliações técnicas e foi observada ao longo de meses para uma constatação diagnóstica mais efetiva. Seguindo esse protocolo, no ano de 2011 o parecer diagnostico fora concretizado e ai passou a ser medicada para o controle sintomatológico.

 

Inicialmente começou a ser administrado Depakote Sprinkle 125mg, entretanto, havia sido publicado um estudo realizado nos EUA sobre o uso da Risperidona em substituição ao Depakote, cujo resultado era bem mais favorável à evolução dos pacientes com Transtorno Bipolar Infantil. Por essa razão, o dedicado profissional de Alfa substituiu o remédio e passou a fazer uso da Risperidona. O tratamento começou com 0,5mg pela manhã e à noite e seguiria numa escala progressiva até alcançar a dosagem terapêutica de 05mg por dia da medicação. Durante sua evolução, a menina chegou a usar 04mg dia, estabilizando os sintomas e não necessitando atingir o protocolo sugerido.

 

De acordo com os pais, a vida de sua filha e da família passou a ser outra depois do uso do medicamento. Os sintomas forma todos remediado e a vida pessoal e social de Alfa encontrou um patamar saudável e compatível, quando comparado com outros de sua faixa etária. O prognóstico passou a ser, então, de uso contínuo da droga, acrescido de psicoterapia e acompanhamento contínuo para o período da adolescência, analisando lá, se o quadro estabilizaria, retrocederia, parcial ou totalmente, ou se manifestaria algum grau evolutivo da doença. Passados quase quatro anos de uso da medicação, os pais buscaram uma terapia complementar para contribuir com o quadro.

 

Sendo uma família originalmente espírita e praticante, porém, considerando e respeitando o que concerne ao corpo, à mente e a alma, os pais de Alfa a conduziram para um tratamento espiritual. A menina não passou por cirurgias espíritas, mas, sim, por tratamento de desobsessão, envolvendo, especificamente, os próprios níveis e consciência, ou personalidades vividas anteriormente por Alfa, realinhando seu agregado espiritual, e configurando a devida homeostase para seu reequilíbrio e harmonia. Seguiu-se o método das técnicas apométricas Segundo relato, o atendimento foi estruturado em sete etapas, sendo em cada um deles, aberta a frequência de um respectivo corpo desse agregado, reorganizando os chacras, bem como reacoplando cada nível à frequência e a vibração da menina, sem permitir mais a sobreposição da persona anterior vivenciada em outra encarnação. Ao término de cada sessão, aplicavam-se micros organizadores florais, plasmados, como medicação compensatória às drogas alopáticas em uso.

Dentro de um prazo escalonado e controlado por observação, a dosagem que fazia uso foi sendo reduzida. Alfa passou para 3,5mg dia, depois 03 mg e hoje, depois de alguns meses de tratamento, está com 0,5mg dia de Risperidona. E todo o processo, suas características comportamentais e afetivas não se alteraram e sua dinâmica permanece a mesma de quando estava fazendo uso das 04mg de Risperidona diariamente. Resta um atendimento espiritual a ser feito, quando então e fará a última experimentação sem medicamento algum.

Acompanhei, observando, a evolução de Alfa, tanto na terapêutica convencional como posteriormente, na terapia alternativa. Relatar essa experiência, tanto por mim, como por parte dos pais de Alfa, não tem a finalidade de sobrepor um segmento ao outro, o de dar mais ênfase e valor as diferentes terapias. Ao contrário tudo é importante e necessário, entretanto, as coisas podem ser complementares e auxiliarem umas a outras. É preciso dar ciência ao que não se faz acadêmico e incluir como objeto de pesquisa tudo aquilo que venha a agregar.

 

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