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Comportamento é a expressão máxima do movimento humano. O símbolo de sua extensão social e a negativa de uma dinâmica isolada e hermeticamente fechada. Somos, sim, seres sociais, independentemente das justificativas que nos conduziram às interações.

 

O aperfeiçoamento intelectual conduziu o homem a um conjunto de reações elaboradas, arquitetadas para atender a uma demanda de necessidades e de contínuo aperfeiçoamento. Assim, parte de sua espontaneidade e da naturalidade original dissipou-se, adotando uma postura mecânica e carregada de intenções terceirizadas, no sentido de suplantar a estrutura coletiva em que se insere.

 

A ânsia por qualquer tipo de poder induziu a humanidade ao estabelecimento de um perfil competitivo, elegendo como principal rival, seu próprio semelhante. Abandonou a competição saudável, aquela travada consigo mesmo, direcionada ao aperfeiçoamento das habilidades e assim passou não apenas a competir com o outro, mas a travar guerras insolentes e desvairadas com o intuito de vencer alguma coisa nada bem definida. Esse foco promoveu o abandono de si mesmo, constituindo-se na anulação quase que absoluta de um devir pessoal e intransferível, a uma obrigação no sentido de referenciar-se a tudo e a todos, mesmo sem a obtenção de um sentido sólido às suas inciativas.

 

Centralizou-se em conquistas ditas centrais, marginalizando a perda real sobre o domínio de si mesmo, deixando de lado seu desejo, as reais precisões de aperfeiçoamento e o uso saudável de suas potencialidades. Então, aquilo que se dirigia aos que se encontravam ao seu redor, saiu pela culatra e voltou-se contra esse próprio homem competitivo, predador e sedento por algo que originalmente não lhe pertencia. Assume assim as condutas homicidas e suicidas e passa a provocar o revés social.

 

O comportamento homicida é aquele que se volta, negativamente, ao outro, atentando contra sua harmonia e equilíbrio. É o julgamento, as preconcepções, as imposições chantagistas, as calúnias e as desqualificações. É a propagação da mentira e a proliferação das omissões. É o fazer de conta dentro da realidade. Bater nas costas, apunhalando na oportunidade conveniente. Tudo em nome d algo que nem sempre possui uma identidade efetiva, um sentido dirigido ou por um valor já desvalorizado.

 

Já a ação suicida é aquela que justifica e enaltece as razões para manter-se enraizado dentro de princípios nocivos. Além de alimentar padrões comportamentais, refletidos em verdadeiras compulsões para o próprio comportamento, a insatisfação que em algum momento futuro toma conta, gera sentimentos inadequados contra essa própria pessoa, bem como movimentos que aniquilam o próprio bem estar e a qualidade de vida do ser. Refiro-me aos vícios de conduta, o baixo limiar de frustração consigo mesmo, a anulação de novas possibilidades e o auto encarceramento, hermeticamente fechado, em pontos de vista engessados.

 

Por isso, apenas construa o caminho para a felicidade, sem negações ou anulações para esse princípio.

 

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2 Comments

  1. AMIGO; GOSTEI MUITO !
    PARABÉNS !
    MUITO BOM SABER E OBSORVER ; PERMITINDO A NÓS MESMO APREENDER MAIS…MUITO OBRIAGADO !
    TENHA BOA TARDE !


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