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O sofrimento é algo no mínimo penoso e, logicamente, evitado ao máximo pelas pessoas. As emoções são corrompidas, o humor oscila e nos joga de um lado para o outro. Até fisicamente somos assolados pelo fato de não darmos conta de lidar com as pressões e a energia produzidas por algumas das situações que participamos. Enfim, a ação de sofrer no tira do eixo de equilíbrio e desarmoniza nossa dinâmica pessoal e relacional. Há um desconforto, para não dizer, em sua máxima, uma dor que corta e que vai aniquilando aos poucos.

 

Porém, existem fatores a seres desmistificados dentro da experiência da dor. Primeiramente, o conteúdo consciência de nossas percepções busca sim o afastamento absoluto para o sofrimento, entretanto, inconscientemente, isso não se retrata de igual forma. A parte consciente crê mesmo confrontada com opostos, que as escolhas realizadas estão corretas. Dentro dessa batalha nossa insistência tende a sair vitoriosa e com isso mantermos as escolhas equivocadas. É pelo inconsciente que alimentamos as fantasias e os eventuais erros que nos aproximam desse desconforto. Logo, a lógica que pede por essa ruptura, torna-se sem razão na medida em que engessamos nossas tendências, necessidades e desejos a uma direção imprecisa, contudo, ambicionada.

 

Nem tudo o que é percebido ganha consciência, mas isso não significa que não seja manipulado e alterado pelo nosso comportamento e as nossas emoções. Em verdade, exclusiva, somos meras consequências de nossas escolhas, pois mesmo dentro dos desatinos naturais somos os únicos detentores de poder para passar pelos fatos de maneira pior, melhor ou igual a aquilo que se sucede. Com isso é pela dor que verificamos e passamos a ter a oportunidade de reconectar com o que possibilitamos passar e viver sem a devida consciência em relação aos fatos.

 

O sofrimento leva a uma desorganização e pode alcançar o caos para a conduta da vida diária. Uma transformação onde elementos ameaçadores devem evoluir para oportunidades que gerem um novo modelo de vida. É claro que parte significativa desse sofrimento poderia ser evitada e acabamos sofrendo e repetindo esse desconforto desnecessariamente. Perpetuar no erro sobre as escolhas é algo natural, mesmo considerando que nem tudo que é natural seja saudável. Com isso vamos repetindo uma mesma séria indefinidamente até conquistarmos o aprendizado essencial para passarmos para uma próxima etapa.

 

Equivocadamente, então, substituímos o aprendizado possibilitado pela a harmonia das circunstâncias em detrimento do sofrimento que nos capacitamos a produzir por essas escolhas realizadas. A modificação dessa rotação vem do auto desenvolvimento, ou, aprimoramento da consciência sobre si mesmo. Assumir uma posição investigativa sobre a realidade interna, desvendando o próprio potencial, as limitações pessoais e conectar com os desejos e precisões do atual estágio evolutivo são fundamentais para que se chegue à auto ajuda, minimizando, então, as opções realizadas dento de um espectro sombrio e sem sentido

 

Isso de dá pela aquisição do conhecimento, pela flexibilização do pensamento e pela maciez das manifestações emocionais. Os veículos por onde podem ser alcançados tais atributos vai desde a leitura, a introspecção, no sentido do auto reconhecimento e a busca por interações que retroalimentem, pela comunicação, nossa percepção pelos atos e reações. O que é mais significativo é que não se precisa perpetuar a dor, nem se manter mergulhado nela. Possibilidades e alternativas existem, assim como uma vastidão de caminhos diferentes para se chegar à felicidade e à plenitude. É simplesmente uma questão de escolha.

 

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