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Adentraria a segunda década de vida profissional. A doença mental participava de minha rotina. Ouvia as preocupações e queixas de pais e mães diariamente e, agregado a isso, passava a ser pai de quatro filhos. Percebia-me, pela primeira vez, nesse turbilhão de indagações. A infinidade de interrogações, a ausência de respostas e uma participação efetiva sobre o diferente comportamento que meu filho apresentava todos os dias.

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