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Tenho como cultura profissional, a visão academicista, o método de pesquisa e a intenção de trazer à luz do conhecimento o fato que dá realidade para os fenômenos. Acredito que a consciência das pessoas se dá através da fomentação do saber e, são, simplesmente, pelos impulsos apaixonados de um achismo nem sempre bem intencionado. Graduei-me bacharel em Psicologia e posteriormente me especializei em Psicopatologia e em Terapia Sexual. A partir do ano de 1997 passei a pesquisar a relação dos transtornos mentais com as manifestações espirituais. A finalidade era a de verificar se de fato, parte dos pacientes que frequentavam os ambulatórios e clínicas de saúde mental e, concomitantemente, os centros espíritas, alcançavam uma resolutividade acima das médias estatísticas sobre suas evoluções e quais as razões que levavam a esse fato. Apoiei-me à oficialização institucional e passei a ser membro da Associação Brasileira de Psiquiatria Cultural, onde participei, inclusive, como membro diretor. Além dos diagnósticos psicopatológicos, ative-me, inclusive, à observação de quadros clínicos ligados à medicina geral. Inúmeros foram os fenômenos observados, três livros de minha autoria foram publicado e entre eles, recentemente, o tratamento de um diagnóstico de leucemia reincidente.

Para a análise de todos, tomarei a liberdade de descrever esse caso e assim buscar um princípio de construtiva discussão. A paciente, ao término da primeira infância, tinha recebido esse diagnóstico, passando pelo protocolo de tratamento convencional, aplicado pelos oncologistas e, depois de alguns meses de luta da família, obtido a cura do quadro. Nessa primeira etapa, não ocorreu, especificamente, nenhum tipo de abordagem da terapia espiritual. Poucos meses atrás, a doença reincidiu, manifestando-se e voltando a fazer parte da rotina diária da paciente, agora entrando na idade adulta. Nesse momento, depois de alguns meses da manifestação dos sintomas e reinício dos tratamentos, o tratamento espiritual passou a ser aplicado

À terapia espiritual proposta, realizada à distância, visto que a consulente encontrava-se internada em cidade distante para poder passar pela equipe de especialistas, seguiu o seguinte plano de tratamento: inicialmente fora realizado o desdobramento do agregado espiritual da atendida e direcionado os corpos desse agregado, assim como níveis e subníveis de consciência para tratamento no plano espiritual. Projetaram-se, através de cromoterapia mental, luzes vibracionais para a limpeza de todos os cordões dos chacras, a fim de eliminar toda e qualquer impureza que dificultasse o tratamento clínico realizado no hospital convencional. Foram alinhados os níveis de consciência à proposta encarnatória atual e quantuns energéticos aplicados sobre o corpo físico com a finalidade de provocar a homeostase funcional. Algumas partes conscenciais rebeladas foram doutrinadas a fim de obter-se a colaboração do doente com o tratamento proposto. Tal procedimento fora repetido diariamente como base da terapêutica.

Nas primeiras semanas, os índices avaliados através dos hemogramas foram regularizados e, em alguns dias, até surpreenderam os técnicos responsáveis que acompanhavam a mesma no tratamento médico. Posteriormente, passou por uma oscilação e um declínio orgânico, sendo então submetida a uma nova sistemática para a reversão do quadro. Introduziu-se aos desdobramentos, a projeção de micro organizadores florais, combatendo os sintomas vigentes  e potencializando o efeito das drogas administrada. Com isso, plaquetas e a imunidade mantiveram-se em patamares adequados, possibilitando o bom andamento daquilo que se propunha o protocolo médico. Debilitada pelas circunstâncias, contraiu uma bactéria, fazendo quadro febril e não respondendo aos primeiros antibióticos administrados. Sem dúvida, passou a vivenciar um quadro preocupante, aliás, bastante preocupante.

Nesse instante, duas situações preponderavam: eliminar os efeitos da bactéria e voltar a regularizar os componentes sanguíneos para o reestabelecimento e prosseguimento a químio terapia. Leigamente falando, um provável momento crítico, ou, mais um grande desafio a ser superado. A terapia espiritual, então, voltou-se a ações específicas para essas duas situações. Para a bactéria, passou-se a projetar a vibração de antibióticos naturais para a ponta física afetada, além da potencialização da capacidade física existente pra reagir e combatê-la. Rotações de spins forma provocadas nas estruturas celulares para que sua manifestação fosse minimizada até a erradicação total de sua manifestação. No segundo dia a febre cessou, estabilizando o quadro e ao término de uma semana, recebeu alta do hospital, retornando para casa. Simultaneamente a esse procedimento, desdobraram-se os elementos fisiológicos de estrutura micro, como hemácias, glóbulos brancos e vermelhos e plaquetas, levando a uma indução que partia do corpo físico para os demais, como Duplo Etérico, Corpo Astral e Mentais, Superior e Inferior até o núcleo de acesso central do Buhdy, aplicando o tratamento específico à matéria, para os demais corpos.

Nesse interim, era provocada a eliminação completa da medula doente e a assimilação plasmática de outra saudável que daria condições de sobrevida e retomada de uma vida normal para a consulente. Semana passada, após essa etapa, o hemograma surpreendeu, até mesmo aos médicos,  devido aos excelentes índices. As plaquetas por exemplo, atingiram 350.000, números obtidos apenas no ano de 2010, dentro do histórico de acompanhamento realizado. Hoje, a leucemia continua presente e a capacidade de saúde da paciente, adequada e a espera de um transplante.

O presente relato, em hipótese alguma, serve para sobrepor a terapêutica espiritual em detrimento aquelas aplicadas pela ciência. Muito pelo contrário: a ciência não chegou onde está por nada. É altamente rica e fundamental para a qualidade de vida das pessoas. Entretanto, vale o questionamento a respeito da banalização proposta aos segmentos complementares e a visão empírica que é dada à sua aplicação. Seria a espiritualidade um milagre, tão ambicionado por todos? Com certeza não, até mesmo porque , não existem milagres. A terapia espiritual atua com energia e com ações não oficializadas que contribuem com aquilo que a ciência anda não dá conta. É fato que, nem tudo, igualmente, é conquistado pelo método espiritualista, apenas explicado.

O que vale ressaltar nisso tudo é a necessidade de resgate ao respeito e a obtenção de um foco de preocupação no sentido de se compreender o que de fato é e acontece com o nosso corpo. Afinal, somos constituído de matéria e energia. Einstein afirmou e comprovou que matéria é igual à energia, logo, energia igual à matéria. Sem um foco religioso ou doutrinário, é fato de que tanto nas estruturas macros como nas micros, existe vida e com isso nem toda a vida é alcançável diante da ignorância que nos consome, pois somos incompletos. Com isso, não me refiro a uma mera questão de crenças, mas, sim, de uma evolução da ciência do sentido de comprovar, ou, de fato, desmentir algum tipo de realidade que transcenda a matéria. Não é o enaltecimento competitivo de uma sobre a outra, mas, a verificação de uma complementariedade que eleve a qualidade de vida das pessoas.

Acredito que em algumas semanas estarei publicando a segunda parte, descrevendo o desfecho dessa complementariedade terapêutica.

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