Skip navigation

Desejo a ti e tu almeja para ele, que dá continuidade aos elos da corrente.

Pensando bem ou pensando mal, fermentamos intenções e elucubramos sobre as direções.

Todos os destinos nos conduzem às pessoas, do singular e do plural,

Objetivando reter para preencher o vazio que nos detém.

Restringindo a um espaço limitado ou a camisa de força mental,

Reprimimos, mesmo sem dar condições para lá ficar ou de grife para se encantar.

Depredamos o patrimônio de cada um dos eus e,

Ilicitamente, enriquecemos pelas notas falsas que compõem

A melodia dos discursos sedutores, levando-nos às armadilhas.

Mesmo sem querer o tempo passa e a liberdade vem à tona,

Através de sua prerrogativa inevitável.

Porém é lá que o Carcereiro se mantém atado e autocondenado.

Pode lá me querer recluso, aprisionado, porém, tenho-me liberto mesmo que encarcerado.

Não perco as asas e nem desaprendo a voar, somente aguardo, a emancipação reencontrar.

Lamento, sim, teu aferrar, cuja chave que te solta é recôndita a esse fechamento diário que impede de amar.

Image

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: