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Fizeste-me íntimo a ti. Mesmo sem venerar teu perfil,

Cruzei todas as linhas que esboçam tua feição. Tinha-te mau, abominável.

Nessa lógica equação, dotei-me da fantasia para afastar-me. Não te queria vil.

Mesmo que distante, contudo, tornava-se repetidamente aconselhável.

 

 

Insistias em não me abandonar e de forma apaixonada,

Rompia e dilacerava essa minha onipotência sempre exacerbada.

Assumistes a posição cativa. Envolveu-me, mesmo ausente de me comprometimento para contigo.

Errado, equivocado, desmedido. Conseguistes me fazer perceber insignificante à tua grandeza.

 

 

Para te acolher, busquei a dádiva da coragem, reencontrando outro eu desconhecido, afastado.

Isso não me fez te ameaçar e nem levar dano a ninguém.

Travei a maior de todas as guerras com esse que sou. Consumido e afetado.

 

 

Mantenho-me perpetuando minha pequenez e a insignificância

Da idealização sucumbida pela realidade apresentada sem concordância.

Hoje te amo sem ganância … amo-te pelo reconhecimento a mim aproximado, pela transparência dessa minha vivência.

 

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