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Historicamente, várias nomenclaturas foram aplicadas aos sintomas psicóticos, com dificuldade para a aceitação social para suas manifestações e conduções no meio coletivo e os de tratamento clínico e hospitalar na área da saúde mental. Tendo como critérios essenciais a fragmentação da estrutura da personalidade, acompanhado de alterações do pensamento e do julgamento, funções mentais, cuja disfunção levam às manifestações alucinatórias e delirantes. Tais critérios conduzem a pessoa diagnosticada com qualquer um dos diagnósticos relatados na Árvore da Esquizofrenia e Outros Transtornos Psicóticos, a um sofrimento pessoal e, igualmente, para os que consigo convivem, significativo, devido a uma dinâmica de funcionamento restrito, confuso e desorganizado, quando comparada à população geral.

Sabe-se, atualmente, que esses transtornos apresentam uma etiologia neurobiológica, repassada através das gerações pregressas, apontado modificações na secreção dos neurotransmissores, especificamente, a dopamina, assim como uma contribuição sócia educativa fomentada pelos princípios da educação familiar. Concretamente, ainda não se tem definido o pilar mestre para o desenvolvimento da doença. Adota-se, contudo, o pressuposto de implicações diferenciadas para que emerja e se potencialize ao longo da vida de seu portador. Paralelamente, o segmento transpessoal, e foco voltado à realidade invisível, ou espiritual, agrega contribuições que são pesquisadas por alguns grupos de assistência ou por estudiosos dedicados ao esclarecimento e à aproximação dessa área com a ciência.

Algumas descrições sobre o tema, assim como a observação experimental das manifestações espirituais, revelam que, individualmente, cada uma das almas, como efeito de seu processo evolutivo, estabelece para si um padrão qualitativo de vibração, ou, carga energética que envolve e, de frequência, ou, perfil espaço temporal onde a estrutura do agregado espiritual que compõe, fixa-se e frequenta. O processo de interação com outras almas, dá-se dentro de um mesmo princípio. Inicialmente, o ser percebe aquilo que lhe é familiar, por similaridade, a partir dai simpatiza, identificando-se com a situação, ou, antipatiza o estímulo recebido, afastando-se ou repelindo o mesmo. Aproximando a visão reducionista da física mecânica, essa atração acontece dentro dos princípios da aproximação atômica e, seguindo um efeito cascata, decompõe-se pelos critérios da física quântica.

Assim, o que se inicia com uma proximidade identificatória, consolida-se a uma ordem de conexão entre almas. Frequências e vibrações parecidas, desejos e inclinações comuns. De maneiras diferentes, ocorre um compartilhamento dos sintomas, levando a influência dos participantes. Há aqueles que sofrem, outros que fazem sofrer. Alguns são censurados socialmente falando, em contrapartida, temos os que têm suas loucuras aprovadas por algum tipo de condição. E uma parte, comunga dos mesmos conteúdos que alteram a realidade e dos que inexistem da rotina desse grupo. Deriva dessa estrutura, a formação de um cenário peculiar, um enredo próprio e personagens caraterísticos para a condução de cada uma das etapas da história reencarnatória. Devido à personalidade fragmentada e o conjunto de aproximações sucessivas, serem, proporcionalmente desorganizadas, faz-se necessário à repetição contínua desses estados e das condições que embasam as condições para as ações das pessoas.

As atividades mediúnicas, de finalidade assistencial, aos portadores desse tipo de transtorno, verificam o estabelecimento de elos, que forma uma cadeia, onde em cada etapa vivenciada, as relações com seus pares é presente. Alguns estudos mais aprofundados, comparam a história reencarnatória com a árvore genealógica descrita pelos familiares. Esse recurso permite a constatação da escalada genética dos descendentes e a identificação de cada geração, através das manifestações dos níveis de consciência e dos obsessores, nas frequências acessadas para tratamento do componente espiritual do consulente, bem como os processos implicativos derivados dessas vivências até o instante atual da ponta encarnada.

A justaposição desses níveis conscenciais e a sobreposição de personagens vividos no passado sobre a ponta encarnada, acabam justificando os elementos delirantes e alucinatórios, seu efeito desorganizador e a reatividade a si e aos que consigo convivem. Tudo isso manifesto como parte da incapacidade do indivíduo em reconhecer os limites fronteiriços entre sua vida material e a anterior ou futura, ligada ao desdobramento de sua alma. Isso não significa que o paciente seja apenas fruto do princípio reencarnacionista e que não necessite dos meios de tratamento para seu corpo físico. Ao contrário, o quantum de energia químico, pela fármaco terapia é essencial, coo os recursos da psicoterapia, da terapia ocupacional e de todas as outras que atuam sobre a mente, as emoções e a adequação do ser com sua oportunidade na nova trajetória.

O respeito à terapia espiritual e seu devido reconhecimento como mais um instrumento meio de contribuição para o processo saúde e doença é de grande enriquecimento para o resgate da qualidade de vida de todas essas pessoas, sem ferir os dogmas religiosos e as crenças pessoais, muito menos inferir sobre os protocolos científicos das áreas oficializadas para o tratamento do doente. Simplesmente, agregar e definitivamente, reconhecer nossa transcendência diante da própria vida.

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