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O relato se dá nos primeiros anos da década de setenta. Um dia ensolarado, sem data específica, uma família qualquer segue sua rotina com naturalidade. Enquanto os filhos, reunidos em frente à televisão, na sala, a mãe realizava suas tarefas de limpeza na área externa da casa. Na ocasião, inesperadamente, o mais jovem da prole, cm idade em torno de três anos, é tomado por uma reação ansiosa intensa, imediatamente após ser tomado por uma sensação de ameaça, inexplicável. Corre desajeitado até  janela e, ofegante, questiona à mãe se ela o escolheria novamente como filho, caso morresse novamente. Sua mãe sem entender o que estava se passando, ignorou a apreensão do filho e deu continuidade as suas tarefas.

Apesar da pouca idade, a consciência em relação ao ocorrido foi ampla. Anos depois, descreve a situação como tendo se afastado, temporariamente, da realidade em que se inseria. Tinha a impressão de que fora desdobrado em duas personalidades distintas, porém, como partes de um mesmo contexto. A separação era notada pelo fato de haver dois espaços e tempos que não se igualavam. Por uma fração de segundo, percebeu sua ausência naquela sala e o abando à relação com os irmãos que lá se encontravam. Nesse instante, sentiu sua alma experimentando algo que não pertencia àquela circunstância rotineira. Viu-se  numa região clara, como se as paredes fossem revestidas por nuvens e lá, além de si, uma ou duas pessoas serenas e em silêncio, como se analisassem coisas, das quais, não conseguia identificar o que eram.

Numa fração, de milésimos de segundos, enfrentou o momento da organização de seu reencarne, quando se definia o que e como as coisas aconteceriam. Não conseguia definir adequadamente o que era processado, mas o sentimento de avidez por algo que desejava era existente, assim como o receio disso não se concretizar. Quase que simultaneamente, repercebeu-se no ambiente em que se encontrava e correndo ao encontro da mãe.

Deste dia em diante, toda uma trajetória ligada à realidade de dois mundos, deu-se início na vida dessa pessoa. Da primeira infância e ao longo do seu desenvolvimento, Tentarei descrever essas experiências com a finalidade de debatermos algumas compreensões a respeito dessa caminhada.

“De acordo com a doutrina espírita, a meninada tem mesmo mais facilidade para interagir com quem já se foi, conforme explica Sônia Zaghetto, assessora de comunicação social da FEB (Federação Espírita Brasileira):  


“Isso ocorre porque as crianças ainda têm ligações ligeiramente mais tênues com o corpo físico, assim como os doentes terminais, em que a ligação espírito-corpo já se enfraqueceu e eles podem ver os espíritos. 

Há medida que a pessoa cresce, vai se tornando ainda mais forte a ligação com o corpo e ela vai deixando de vê-los”. No entanto, Sônia alerta: nem todas as crianças vêem os espíritos. “É natural que os vejam, mas não é obrigatório que aconteça”, explica”

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/o-livro-dos-mediuns/mediunidade-infantil-18068/?PHPSESSID=cbd6856b1c3fbc061093499f24789930#ixzz2b3Xa68Na

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