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Educação dos Filhos

 

  1. 1.     Com que idade os filhos devem passar a dormir em seus quartos?

Desde que nascem! Crianças, desde sempre, possuem uma identidade própria e isso requer um espaço e um tempo próprio para eles. O quarto simboliza esse espaço e é lá que o bebê precisa se ambientar. Além disso, o casal precisa preservar a sua intimidade e manter seu relacionamento conjugal, podendo conversar, namorar e vivenciarem-se sem a presença constante de um terceiro, mesmo sendo esse, o filho.  Observa-se que nos lares em que os recém-nascidos são levados para o quarto dos pais, passa a se ter uma grande dificuldade, posteriormente, para levar a criança para seu quarto. A lógica está na ambientação e na potencialização de uma simbiose que ainda se mantém pelas necessidade de dependência que os pequenos têm com a mãe. Caso isso esteja ocorrendo, recomenda-se que, o quanto antes se apresente o quarto, o espaço próprio para o bebê.

  1. 2.     Como educar um filho diante de tantas ameaças sociais que vivemos?

Sem jamais, super protegê-lo. Igualmente, sem negligenciá-lo. Ao longo do processo de desenvolvimento da criança, faz-se fundamental oferecer a ela três ações vitais para sua vida e para o preparo de suas relações com os outros: a criança precisa ser e sentir-se amada, porém, amar não é aprisionar, nem mesmo instituir-se com um imaginário título de posse. Quem ama liberta. Ou seja, é preciso preparar o filho para os enfrentamentos da vida assim como de sua contribuição para a vida social. Para isso, conjuga-se a segunda ação, que se refere à orientação que os pais precisam oferecer às suas crianças, mostrando possibilidades, explicando e com isso aprimorando sua capacidade de perceber e de pensar o mundo. E, finalmente, limitar. Quanto menor é o filho, maior a necessidade de limitação desses frente aos estímulos do meio, já que o desconhecimento está presente e a construção de um saber sobre as pessoas e as coisas estão acontecendo. De fato é um árduo trabalho, já que essa excelência se dá pelo comprometimento com a paternidade e a maternidade, indo além de um simples envolvimento.

  1. 3.     As crianças das novas gerações parecem diferentes. Isso é um fato? Por quê?

É um fato sim. As novas gerações apresentam hoje, diferenciais cognitivos, inteligências múltiplas, onde se verificam capacidades maiores em determinadas áreas de atuação. Pontos específicos, especializados, que determinam parte considerável da dinâmica pessoal desses pequenos indivíduos. Associado a isso, a hiperestimulação provocada pelos estímulos do meio, aumentam, significativamente, essas novas capacidades. Refiro-me ao mundo virtual, a televisão e aos jogos eletrônicos. Complementa-se isso com a participação dos pais na educação de seus filhos, em que se percebe uma atuação um tanto quanto fragilizada em termos de responsabilidade e de comprometimento. Algumas inversões de valores na relação entre país e filhos, onde o amor é demonstrado de maneira um tanto quanto equivocada e a orientação e os limites que deixam a desejar, permite com que muitos pequenos caminhem sem norte pelos sistemas em que se inserem.

  1. 4.     O que são crianças Índigo e Cristal que falam tanto?

São duas definições ligadas aos pressupostos espiritualistas que ditam o nascimento de crianças, nas últimas décadas, com capacidades e habilidades especiais, cuja sensibilidade é alta. Esse perfil trás como consequência, manifestações comportamentais e afetivas diferentes. A explicação origina-se das mudanças que ocorre no planeta. Independentemente de um fator místico, ressalta-se a importância de focar a atenção ao processo de desenvolvimento da criança, observando suas necessidades e seu preparo para o enfrentamento da vida. Recomendo acesso ao link http://www.abrape.org.br/artigos/index.php?id_artigo=3

  1. Como enfrentar questões relacionadas à sexualidade e às drogas na educação das crianças?

Abertamente e sem falsidades. A sexualidade pertence à criança desde seu nascimento, afinal, ela é constituída de um corpo, de sentimentos e passa a interagir desde que chega a esse mundo. É preciso estimular a afetividade e conscientizar sobre a diversidade, potencializando as relações com as pessoas. Não é necessário se falar em sexo por muitos anos da vida de um filho, basta trabalhar com os elementos pertencentes, como o amor, o esquema corporal, a estima, os limites que separam essa criança do outro e as relações sociais com as pessoas. O passar da idade e a convivência com estímulos diversos, farão emergir questionamentos e dúvidas mais diretas. A leitura em conjunto e as discussões sobre temas apresentados pelos filhos, dentro daquilo que é exposto, sem maiores ampliações, elucidam e fortalecem os vínculos de confiança entre pais e filhos. Lembrando que o sexo participa da formação assim como qualquer outro valor ou comportamento manifesto por quem se forma. Igualmente, as questões ligadas às drogas, precisam ser apresentadas aos filhos como um dado concreto da realidade que possam vir a se deparar. Aqui, o exemplo dos pais é fundamental, pois não adianta laudos discursos com pessoas que interagem continuamente cm drogas lícitas ou ilícitas.

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