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Recentemente publiquei um artigo que abordava as formações vibracionais e o estabelecimento de frequências através da emissão e da projeção do pensamento (Vibração e Frequência das Emoções  –  Conexões Correspondentes). Hoje pretendo aprofundá-lo, direcionando o foco de atenção, exclusivamente, para a trajetória material que cada um traça ao longo da encarnação, enfim, mostrar como as conexões se estabelecem e de que maneira alimentamos as nossas energias.

Inicialmente, apresentarei elementos para o aprimoramento das nossas percepções sobre a postura adotada frente à vida. Filosófica e experimentalmente, adotamos pensamentos e comportamentos suicidas e homicidas. O primeiro refere-se ao arsenal construído e aplicado pelo indivíduo contra si mesmo. Temos o suicida convicto, que a todo o momento está se sacaneando. O situacional, onde dependendo dos acontecimentos usa essa estratégia como um meio de conquista.  O inseguro, que é o que não consegue definir… nada da verdade, ou muito pouca coisa, sendo mais gentil e flexível.

O suicida filosófico é o cara que se mata em doses homeopáticas, praticando contra si, restrições, repressões, negações, anulações e todo o tipo possível de limitação. “Não consigo fazer, não posso realizar, não tenho capacidade, sou incapaz, não nasci para isso”, compõem algumas pérolas nos discursos dos que se derrotam e tiram de qualquer tipo de alternativa e condição para fazer. A coisa num primeiro momento até parece bonitinha quando se ouve. Conseguimos confundir as coisas, inclusive. Aquilo que de fato é um discurso de miserabilidade é tido como humilde e altruísta nos primeiros instantes. Há, entretanto, os que se arruínam, antagonicamente. Enquanto esses primeiros vertem um que de vitimização, assumindo uma postura tipo coitadinho, o segundo vai provocando a própria morte de sua erudição pela arrogância, a intolerância e até mesmo a agressividade utilizada para impor o que quer  e, na maioria das vezes o que  precisa.

Um ou outro, cá entre nós, é uma catástrofe só. Parando para pensar, por um único minuto para não forçarmos demais a mente, conseguiremos constatar o quanto esse padrão é capaz de produzir em termos de vibração negativa e carga energética danosa e nada saudável para seus seguidores. Isoladamente, cada produção provocada com esse refinamento negativo, irá gerar, sim, um período, intervalo de tempo e espaço, com a alternância da intensidade energética, aonde o sujeito, agente direto da auto atrocidade, vai se imantando com essa carga, mantendo-se, marinando, a vida nesse tempero insólito de negatividade.

Já o homicida é o que age, englobando tudo que o citei, mas, direcionando para os outros. “Nunca conseguirá. Você não é capaz para tanto. Não dá para acreditar mesmo em você.” As brilhantes afirmativas agem como metralhadoras automáticas que disparam continuamente festins destruidores do ego e da estima dos seus alvejados. O sentimento de impotência, a certeza da incapacidade e mais um monte de coisas ruins que passam a ser processadas por essas vítimas, brotam  incessantemente por todas as partes. O fazer mal gerará, com certeza, outro tipo de vibração negativa e envolverá todos no processo.

Atrevo-me a oferecer, como um item de verificação para o que descrevo a dinâmica das redes sociais. O que dá de gladiadores virtuais lutando contra suas limitações emocionais, revidando picuinhas postadas pelos amiguinhos ou vividas num cantinho qualquer da escola ou de casa, não tá no gibi! Frases de defeito com mensagens dúbias, sarcásticas e algumas até dentro da moral de cuecas. Lindo. Gente poderia trazer as relações familiares como exemplo, as de trabalho nos ambientes profissionais, as escolares ou acadêmicas, temos uma vastidão de octógonos para a promoção das lutas frias, um singelo reconhecimento às semelhanças das guerras frias da década de oitenta.  Optei pelas redes, pois essas têm a capacidade de radiografar intenções traços das identidades,  um tanto quanto, hilariamente.

A aproximação com outras pessoas acontece por identificação, que sucede a simpatia afinada pela semelhança. Essas vibrações formuladas, então, vão criando frequências compatíveis ao seu padrão original e assim os indivíduos vão se anelando  como um exército em luta por seu objetivo. Uma unidade de lamúrias compactadas, ou, de arrogâncias em prol do próprio espaço. Não sei se consegui ser claro o suficiente. Tenho a intenção de afirmar que diante do comportamento suicida e homicida, existe uma lei de proximidade por afinidade. Logo, é provocada a construção de uma rede, equitativa, aonde a vibração de cada um vai se somando e estabelecendo um conjunto de conexões similares, naturais, porém, nada saudáveis.

Esse estado é usinado, bem na sua origem, no gosto e no desejo próprio de se arruinar. Espiritualmente falando, denominaríamos esse mecanismo como auto-obsessão, ou a nascente para todas as demais. A associação ocorrida potencializa a carga inicial usinada em cada indivíduo e a identificação inflama o elemento doentio desses comportamentos, e nuvens densas com raios e trovões vão se formando em encontros ou situações de vida. Aqui, cada auto-obsessor, vai fomentando a dos outros e promovendo a obsessão de vivo para vivo, de encarnado para encarnado, ou, simplesmente, de cada um dos agentes ativos dessa doença para os outros. Dá para escolher a terminologia.

No caso de uma postura cética, exclusivamente científica, tudo nos leva a crer que não precisamos das almas e nem de crenças para comprovarmos a lógica das perturbações auto e hetero obsediadas. Fisicamente, um deslocamento mecânico, pelo impacto dos corpos e um repasse quântico das micro partículas que constituem cada ser nesse processo. Inquestionável e irrecusável. A filosofia ensina que nossas raízes avolumam-se através da crença: eu creio, eu sou. Vejam, se acredito ser doente, serei doente. Se minha crença é voltada para o azar na vida afetiva, minhas relações serão uma droga. A mudança é o desfazer da frequência para a vibração e a recondução em um caminho simetricamente oposto ao percorrido até então.

Fiz questão de enfatizar a visão cética, pois muitos o são, mas isso não afasta a verdade. Outro ponto é de não lançarmos a âncora aos mares longínquos do além túmulo, sendo que a organização de toda a zona deve começar aqui, dentro das escolhas, da consciência que adoto sobre os fatos e o que defino para minha própria vida. Feito isso, ai vamos ao transcendente buscar a contribuição para as mazelas. Afirmar contundentemente que tudo é culpa dos mortos, que a unha encravada é um fato kármico ou que Deus quis as coisas assim é o maior de todos os suicídios ou homicídio filosóficos de toda a humanidade que caminha pelo segmento espiritual. O que emerge do sutil é reflexo do grotesco. Tema que finalizará o assunto sobre as vibrações e as frequências.Imagem

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