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O processo gestacional representa alguns elementos importantíssimos para a criança que se prepara para o reencarne. Inicialmente, há todo o mecanismo de formação do modelo organizacional biológico que acolhe a alma, então em desencarne, para o retorno ao mundo material. A formação do corpo físico do bebê se dá pela apropriação genética do pai e da mãe, dando a carne os elementos necessários para seu delineamento. Espiritualmente, acontece, igualmente, um repasse de componentes atrelados à história reencarnatória, onde, na maioria das vezes, existe uma contextualização dos laços reorganizados para a vida atual. Ao longo da gestação, o processo de transição, ou, da passagem do plano espiritual para o carnal, é conduzido.

Biologicamente, estabelece-se uma simbiose entre a mãe, que nutre e repasse todos os componentes vitais, com o bebê que se abastece desses elementos para se desenvolver e consolidar sua estrutura para que, enfim, possa nascer. Espiritualmente, estabelece-se uma frequência compatível para a alma que faz essa passagem, tornando-a correspondente com sua proposta reencarnatória. Qualitativamente falando, o aspecto vibracional, igualmente, modifica-se, adequando o ser à realidade material. Para que isso ocorra, a mãe também regride e tende a se fechar, ensimesmando-se e com isso contatando com mais intensidade ao momento que vive pela gravidez.

Observa-se, través do discurso de muitos pais, é que as gerações recentes, após o nascimento, apresentam um perfil um pouco mais inquieto, quando em comparação à população anterior e, da mesma maneira, um sono irregular, com alterações interessantes, principalmente, ao longo da madrugada. Esse padrão comportamental tem feito com que as consultas aos profissionais pediatras fiquem mais frequentes e a busca de orientações com pessoas mais velhas, no sentido de se alcançar uma saída para o que ocorre, também. Eliminada, toda e qualquer hipótese de alteração orgânica dessa criança, passa-se a analisar as eventuais situações relacionadas às relações com a espiritualidade.

“Mediunidade em crianças, significa, que a criança tem percepção extrassensorial isto é , capta, sente, e se inter-relaciona com outras dimensões; dimensões estas conhecidas pela designação de “mundo espiritual”.
Muitos consideram estas relações como meras fantasias infantis, mas, apesar destas fantasias existirem ( e são situações importantes para a criança e devem ser objeto de estudo do psicólogo e do pediatra), há também percepções espirituais claras, definidas, com diálogos lúcidos contendo informações comprovadamente desconhecidas pela criança, a serem confirmadas pelos estudiosos”

 

Ricardo Di Bernardi, Médico Pediatra, 2008  –  http://medicinaespiritual.blogspot.com.br/2008/08/animismo-e-mediunidade-em-crianas-dr.html.

                Por necessidade de uma readequação do modelo dinâmico vivido no planeta, essas novas gerações estão retornando com uma capacidade diferente e que vai além das anteriores. Especificamente, o elemento afetivo é de uma sensibilidade mais apurada e a rede cognitiva com potencial de fomentação de redes intelectivas pormenorizadas, incluindo as da capacidade da função mental da mediunidade. O uso de tais atribuições acontece imediatamente, após o parto, sendo maturados numa velocidade incrível, mesmo que manifestos de maneira desorganizada. Em virtude dessas características, o funcionamento da criança passa por oscilações, inclusive, sem que uma justificativa plausível possa ser aplicada.

Primariamente, a alma do ser, possibilita-se a ocupar outros espaços dentro das esferas espirituais, desdobrando-se, espontaneamente. Além de intencionar uma conexão com a vertente espiritual que ocupava, a criatura já passa a desejar ações à distância sobre outros espíritos ou situações de necessidade. As habilidades inatas já fomentam campos de proteção naturais, porém, nem sempre conseguem forças suficientes para transitarem em determinados espaços. É válido ressaltar que, essa conexão dá ao bebê a condição de se revitalizar, já que estando na gênese das almas, retroalimentam o agregado espiritual que agora se estabelece na Terra. A atemporalidade, bem como a ausência de limites espaciais, permitindo o deslocamento em níveis diferentes, acaba sendo a marca fundamental para o novo ser que retorna. Digamos, uma condição fundamental para a missão que passa a exercer.

Com isso, as interações, tanto com encarnados como com desencarnados, são desencadeadas. Mesmo diante de uma consciência bastante reduzida, já que a passagem é muito recente e o reinício da tarefa novo, o elemento perceptivo, outra função mental, atua intensamente frente a essas relações. Ou seja, a criança percebe, mesmo com uma redução significativa do funcionamento consciente. Essa percepção agrega, assim como o impacto energético, o estabelecimento de frequências diferenciadas. Leva-se a uma hiperatividade sensorial, levando ao resultado de um mesmo padrão para as reações motoras e ao fluxo de pensamento que, mesmo não sendo simbólico, neurologicamente, consolida-se, opostamente, nas relações espirituais.

“Tratava-se de crianças rebeldes, hiperativas que foram imediatamente catalogadas como crianças patologicamente necessitadas de apoio médico. Mais tarde, com as observações de outros psicólogos chegou-se à conclusão de que se trata de uma nova geração. Uma geração espiritual e especial, para este momento de grande transição de mundo de provas e de expiações que irá alcançar o nível de mundo de regeneração.

As crianças índigo são assim chamadas porque possuem uma aura na tonalidade azul, aquela tonalidade índigo dos blue jeans (Dra. Nancy Ann Tape).

O índigo é uma planta da Índia (indigofera tinctoria), da qual se extrai essa coloração que se aplicava em calças e hoje nas roupas em geral. Essas crianças índigo sempre apresentam um comportamento sui generis.

Desde cedo demonstram estar conscientes de que pertencem a uma geração especial. São crianças portadoras de alto nível de inteligência, e que, posteriormente, foram classificadas em quatro grupos: artistas, humanistas, conceituais e interdimensionais ou transdimensionais.

As crianças cristal são aquelas que apresentam uma aura alvinitente, razão pela qual passaram a ser denominadas dessa maneira.

A partir dos anos 80, ei-las reencarnando-se em massa, o que tem exigido uma necessária mudança de padrões metodológicos na pedagogia, uma nova psicoterapia a fim de serem atendidas, desde que serão as continuadoras do desenvolvimento intelecto-moral da Humanidade.”

Divaldo Pereira, 2007  –  http://www.divaldofranco.com.br/noticias.php?not=42

                É importante a compreensão de todos esses aspectos, tanto por parte dos pais, como dos profissionais que acompanham as crianças. Não basta, aliás, é indevido, torná-las doentes ou dotadas de um diagnóstico psicopatológico. Simplesmente, são humanas e com perfil próprio e de capacidade diferenciada. A tarefa para todas é sublime, porém, árdua, assim como para os responsáveis que as acolhem. Contudo, o caminho é inevitável, ao contrário, uma realidade presente dentro da sociedade. Não há dúvida de que o resgate dos valores familiares e a educação com excelência e responsabilidade, tornam-se os veículos de maior facilidade para o direcionamento a essa nova realidade que se aloca ao meio social. Imagem

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