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Através de uma explosão cósmica ou do toque criativo de Deus, talvez outra causa ainda não alcançada pela ignorância humana, o fato é que a vida surgiu, desenvolveu e evoluiu através dos tempos. O Pai, nada mais é do que a criação de seres dinâmicos, autônomos e funcionais, com um toque de magia que possibilita a interação ativa de todo o ecossistema, harmônica e simetricamente. O que causou tudo isso é defendido pela ciência através de suas comprovações acadêmicas, ou, da fé que declina a onipotência do homem perante um ser externo infinitamente superior e poderoso. As razões nos conduzem a constatação de um espaço incontrolável, sem mensuração, habitado por diferentes tipos de raças e formalizado por inteligências adversas que se opõem. O tempo apenas verifica a imortalidade e a eternidade dessa bela vida. Eis o cenário, por mim definido, como a obra singular de Deus, explicada eruditamente pela capacidade intelectual dos indivíduos desenvolvidos, menosprezando, é claro, o grande artista.

 

                Por questões de sobrevivência, afinidade, necessidade ou cobiça, lançamo-nos à corrida oportunizada. Cada estímulo vivido, cada desafio e a em construções variadas, fomos edificando um tipo de conhecimento e associando esses aos velhos percorridos. Ideias e conceitos foram surgindo, alternativas para desafiar o ameaçador emergiram e dessa forma a adaptação ao meio ambiente transcorreu e, ainda ocorre até esse minuto. Pessoalmente e coletivamente estruturamos bolsões de pensamentos, angariamos subsídios para que a luta pela vida se realizasse, supostamente, com sucesso. Todo esse conteúdo foi simbolicamente armazenado e impregnado em um grande banco de memórias, para cada um dos sujeitos e da sociedade. A inteligência maturada foi, então, formando uma rede infinita de conexões, amparando-nos com suprimentos elementares ao aperfeiçoamento das espécies.

 

                Ao homem coube organizar esse material e planejar a sua distribuição e aplicação, entre si e com a totalidade de adversidades de vida. Às partes, particularmente falando, criaram-se pontos de vista, verdades, determinações e um senso conceituado como bom. Interligados a realidade comunitária, os grupos passaram a formar o senso comum e assim impor padrões de conduta, de pensamento e até sentimentos, similares a quase todos. Uma forma mais fácil para controlar o andamento das coisas. Surgiram as filosofias, as doutrinas e as ramificações experimentais de comportamento originadas desse contexto teórico vivencial Temos, assim, hoje, um conteúdo de pensamento derivado do processo, manipulado em uma velocidade alternada, ou seja, que não é constante e sob uma forma compatível com a capacidade evolutiva de cada um de nós. Somos movidos pelo simbolismo formulado por essas funções mentais.

 

                As formulações de pensamento emitem, continua e incessantemente, os alvarás das várias moradas ofertadas pelo Pai. Afinal, somos a criação, retratando a imagem e semelhança do criador, presenteados com a cara joia da liberdade de escolha. Estabelecidas às obras do pensamento, desencadeamos, automaticamente, o poder de deslocamento espaço temporal e participamos de variadas realidades na busca da auto integração. Ou seja, é à força da cabeça pensante que produz as várias moradas.

 

                Tudo conteúdo estabelecido gera tipos diferentes de vibrações. As vibrações traduzem a energia emanada pela pessoa. Uma relação de causa e efeito do como as coisas são percebidas e digeridas internamente, fruto da associação da somatória das experiências passadas. O magnetismo das vibrações definem vetores, fortes e intenso, involuntários na verdade, que induzem a frequências. As frequências são faixas limitadas na área cósmica, esboçada sobre os aspectos relacionados a um padrão energético específico. A ação do pensamento  multiplica em infinitas partes os elementos que formam nossa alma. Há um desdobramento do agregado espiritual em níveis diferenciados de consciência, pré consciência e inconsciência que atuam em infinitas áreas desiguais do universo.

 

                O funcionamento cerebral é tão intenso e imensurável, que cada um da criação é capaz de criar e  recriar um infindável número de possibilidades para deslocar-se. O interessante é que cada passagem efetuada, desencadeia novos, ou antigos, dependendo do ponto de vista, ciclos de relacionamentos, envolvendo, da mesma maneira, outras almas que se desdobram e frequentam as mesmas esferas. Esse fato permite esboçar o pressuposto da existência não apenas de várias moradas, mas, sim, de uma progressão aritmética de realidades distintas. Existe a condição de essa passagem ser situacional, aonde o nível vai e volta, sem definir o número de vezes, ou, de fixar-se em uma ou várias séries de faixas etéricas. “As diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito e oferecem aos Espíritos que neles encarnam as moradas apropriadas ao seu adiantamento.” (Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardeck).

               

                O advento do nascimento, ou encarnação, e morte, desencarne, projeta o espírito para a região específica e compatível com seu nível vibracional ou de evolução. Esse espaço passa a ser a matriz do agregado e as demais regiões cósmicas, onde transitam os níveis de consciência, através do pensamento, são as filiais. Uma analogia simples para uma maior compreensão. Podemos abrir muitas filiais, inclusive mudar a matriz para uma delas, dependendo da forma que esse pensamento age. A finalidade para a maturidade é o estabelecimento nas faixas de padrão vibracional mais elevadas ou altas, transitando nas demais para educar e auxiliar. Interessante exercício é medir por onde vaga o seu pensamento. Buscando lapidar a consistência, o tipo de sentimento e os diálogos provocados, internamente, para cada uma das situações. Imagem

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