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Talvez, pelo fato de não começarem. Pensei em algum início contundente, e isso foi o melhor que consegui elaborar  na minha mente. Um questionamento que levanta uma dúvida e por essa razão precisarei ampliar um pouco alguns pontos de vista para que assim finalize com alguma definição mais concreta. A elucubração essencial está na temporalidade aplicada ao tema proposto. O infinito não é aplicado como termo constituinte para todos os fenômenos e relações estabelecidas. Na verdade, tudo preenche um intervalo de tempo onde há um ponto de partida, ou início, a priorização, dando-se a ação de encorpar os elementos integrantes, finalizando com o ponto final, ou conclusão do estabelecido. Até mesmo nas derivações da eternidade da vida, é pontual que a dinâmica dos retornos ocorra em capítulos distintos, ou seja, abertura e fechamento, reabertura novo término.

Um segundo elemento significativo à análise é proveniente da cultura. A sociedade construiu para sua formação, mecanismos singulares que visam o bem estar de seus membros e a sensação de satisfação prazerosa frente aos desafios e obstáculos, naturais e provocados. A interrupção foi uma permissão conquistada para o livre arbítrio, sem considerar sua qualidade para os resultados. Assim, a educação foi fortemente influenciada e os processos de aprendizagem repassam às pessoas e às novas gerações que, antes mesmo de determinar sua opção, cada um é detentor de um curinga mágico que autoriza o ser a desfazer-se daquilo, caso não seja mais de seu interesse , ou, que fira suas conveniências, ou, atrapalhe o cômodo caminho percorrido. Sem consciência, a população percebe que inicia podendo abandonar. O começo é parcial, não há integralidade por se permitir estar com um pé atrás. Logo, sem ser pleno, não existe e a utilização do curinga é sabida que acontecerá, em um ou outro ponto.

Sem expectativas sólidas para delimitar tempo e espaço, resguarda-se, afinal, quanto da minha energia, capacidade aplicarei a essa ação sem saber, nem poder controlar o desenrolar das coisas. A alternativa de reiniciar fomenta a renúncia. Interessantíssimo, pois o que tenho segurado nas mãos é apenas esse  exequível curinga. As cartas são manuseadas, o jogo aplicado e a necessária segurança para o homem garantida. A contextualização faz desviar, atribuindo a segunda opção os valores mais significativos e todas as precauções cabíveis para que ao menos isso não corra riscos e se perca.

Esses motivos apontam para um envolvimento global com os propósitos impostos pela escala do aprendizado humano. Há a participação e a colaboração, mas a dedicação plena,  inexiste. Comprometer-se é estar, ser e sentir com, porque sou parte ativa, entretanto, não há a permissão pessoal pois não se podem correr riscos nem mesmo passar por perdas.

A semeadura é livre, a colheita obrigatória.” Lindo ensinamento de Jesus, mas não se reflete que a colheita é sinônima de um fruto, consequência do semear de uma vida infinitamente menor. Propala-se o grão, oferecem-se cuidados, água-se a terra, repassa-se nutrientes. Não é apenas a ação de Deus que divinifica o processo vida.A ação humana é vital à sobrevida e a qualidade para o sabor atraente que se degustará. Precisa integrar e mergulhar com todas as intenções possíveis para a solidez …. para que as coisas não terminem, mas, sim, sejam concluídas, sem depender de tempo, apenas de precisão.Imagem

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