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Nossa vida é marcada por escolhas. É válido lembrar que, a ação de escolher é pertinente ao indivíduo, uma atitude espontânea e livre de censuras ou de imposições dos outros ou das coisas. Ao longo do processo de desenvolvimento, relacionamo-nos com infinitos e variados tipos de estímulos, desde os internos, reações fisiológicas e emocionais, até os externos, fruto das opções dos outros.

É fato, afirmarmos que diante das situações, nem sempre encontramos um leque de opções, mesmo assim, as alternativas não deixam de existir, nem que sejam apenas duas. Diante dessa realidade, selecionamos aquilo que entendemos representar o melhor em nossa percepção.

Somos tão capazes e eficazes que conseguimos determinar se nossas reações afetivas ocorrem em uma boa ou má vibração. Se nosso corpo físico está saudável ou doente. Estudar ou não, casar ou permanecer solteiro, continuar casados ou divorciar-se, enfim, todo impacto provocado por ações e reações derivam de nossas escolhas frente às alternativas que se estabelecem.

Em resumo, podemos deduzir que não existem problemas, mas, sim, escolhas. A maior dificuldade que as pessoas constroem é a negação de sua responsabilidade em relação aos fatos que se coincidem sobre suas vidas. É muito raro encontrarmos indivíduos que buscam respostas, em si, sobre a sensatez marcante das coisas.

É mais fácil delegarmos aos outros, ou ao destino, ou até mesmo a Deus, a obrigação dos resultados conquistados sobre nossas vidas. Dessa forma nos isentamos do processo e afastamos do nosso mundo interno a eventual culpa sobre os acontecimentos. Isso nos dá uma integridade espetacular, apesar de falsa, ao ego, ou seja, ao meu eu, o eu individual.

Uma engrenagem, sistemática, atua a todo vapor na dinâmica do ser humano. Milhares desses estímulos passam a ser percebidos, porém, poucos se tornam conscientes. Concluindo, não conseguimos ter consciência de tudo aquilo que percebemos e assim armazenamos em nosso banco de memórias os simbolismos e os sentimentos provocados por esses.

Na medida em que vamos interagindo com os incentivos, que nos pertencem ou rodeiam, similares a outros passados, vamos remexendo no baú e de uma maneira nem sempre explicável, induzindo a comportamentos nem sempre lógicos e com qualidade para a vida diária.

Ai vem à importância do alto conhecimento e da construção lógica a cerca dos nossos processos de edificação em relação a nós, a sociedade e a vida como um todo. Isso nos dá condições para reconhecermos, sentirmos e nos situarmos diante da realidade arquitetada por cada um de nós.

Humildade e coragem são pré-requisitos indispensáveis para isso. Estar aberto ao que o outro percebe, ou buscar nas pessoas opiniões, para angariar subsídios que agreguem valor para a análise e interpretação daquilo que acontece. Além de permitir declinar do pedestal onipotente e onipresente que a humanidade construiu ao longo de sua trajetória. Imagem

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