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 A Origem e Evolução das Espécies 

 

 

            O tema é complexo e necessita de elaboração racional para que a sua compreensão seja internalizada, afinal “Tudo que existe é racional” (Hegel). Claro que não é bem assim! Basta afirmar que o valor só é dado àquilo que se considera palpável, porém, o inalcançável também está presente, apenas ignorado. Cientificamente falando, o pressuposto de Hegel é aplicado com excelência, tornando-se a Lei primeira da academia. Dotados de capacidade e habilidade indescritível, pesquisadores e doutos do saber olham com os olhos de quem vê, ou seja, limitam-se aos seus pontos factuais e reduzem a erudição a um ínfimo grão de areia perto da imensa duna que é desenhada pela experiência da vida. Essa é a única razão pela qual a alma é tão cobiçada pela ansiedade ao desconhecido e o medo do ponto final e, reciprocamente, enxotada das explicações e das razões do fenômeno humano.

Inicio a estruturação do assunto proposto, relembrando uma reflexão da Física, aceita e aplicada no espaço acadêmico. Albert Einstein descreveu a seguinte fórmula constituinte dos elementos formadores da matéria, na transição entre a mecânica e a vibracional, relativizando a visão das comunidades sobre a dinâmica dos objetos. Fala o sábio que matéria é igual à energia. Não é estática, encontra-se em movimento e seus fragmentos constituintes são dotados de força, gerando potência. Logo, constata-se, claramente, que energia é da mesma forma, igual à matéria e assim aferiu a razão para uma composição similar em ações diferentes.

Complemento esse raciocínio, trazendo outra teoria oficial, a da evolução da espécie. Darwin, após algumas décadas de pesquisa, mostra ao mundo que o animal é derivado de uma estrutura rudimentar em termos de componentes anatômicos e fisiológicos. Sendo o homem um membro do reino animal, nossa origem é brusca e sem nenhum tipo de especialização. Até mesmo os mais radicais membros das doutrinas religiosas rendem-se a essa premissa, pelo fato das comprovações notáveis presentes na natureza. O ser humano, por exemplo, possui um apêndice útil no período ruminante de sua trajetória, sisos primitivos que muitas vezes não se fazem presentes nas atuais gerações.

Ambos os estudos foram decisivos para a morte de Adão e Eva. Um luto célebre para a história da humanidade. Associado a produção contemporânea na era da instrução, veio à luz a teoria do “Big Bang”. Um relato comprobatório sobre  a origem da vida em nosso planeta e do universo num todo, consequente de uma explosão cósmica onde microscópicas partículas originaram o processo de evolução das espécies habitantes. Um quebra cabeças perfeito e exímio que inicia a elaboração da resposta a uma das perguntas mais intrigantes na antropologia: de onde viemos?

Ligando as peças, a matéria, na gênese, era pura energia, ou matéria sutil, carregada de uma vibração fortíssima, propagada pelo espaço, preenchendo um tempo e um lugar diferenciados. Aglutinadas, passaram a uma densidade mais intensa e a matéria brusca passou a existir. Tendo a ciência e as religiões uma base eminentemente evolucionista, a partir de um ponto de partida ou origem, é pertinente trazermos à lógica para esses princípios. O que evolui o faz de algo já existente, tanto para o darwinismo, como para a física ou a teologia. O mais interessante é a grande largada ocorreu da matéria tênue e numa cronologia compreensível, a explosão, micro partículas, vidas unicelulares, vermes e assim até a formação da vida de grande porte. Teologicamente falando, substitui-se o “big bang” pelo anseio do Criador evocando suas próprias forças e expelindo suas centelhas divinas. A tradução da prosa em poesia. Talvez a profanação da poesia, fazendo-a em prosa. Sei lá.

Por Deus ou pela ciência, nascemos do todo para a caminhada das partes, onde se argui se o todo é mais importante que a soma das partes ou as partes são mais importantes que o todo. Considerando que as partes se originam do absoluto e se constituem desse, além de caminharem em direção ao ponto original, o todo está acima na hierarquia e isso é um pressuposto social, político e biológico. Mas não intenciono pormenorizar a reflexão.

O acontecimento real é o da adaptação e o da sobrevivência da vida para a vida. A matéria ativa, após a fragmentação, precisou experimentar a adaptação ao novo estado e sua manutenção nesse estabelecer-se. Cada espécie, após o início insidioso, cada uma com suas qualificações, passou a explorar suas áreas de ação a fim de dominá-las e preservarem seus semelhantes. As aves tomaram conta do céu, os peixes das águas, os répteis das florestas e os humanos um pouco de cada um, porém, sem o mesmo brilhantismo e naturalidade. Dotado de cognição, diferenciou-se e passou a participar de todos os segmentos inerentes a produção de vida.

Em síntese, daria para compilar pesquisas e mitos, organizando as ideias e formulando a teoria de que o Criados, ou seja, Deus, provocou a grande explosão visando à educação de seus filhos, simbolizados por personagens místicos como Adão e Eva. Como a aprendizagem é desenvolvida e a finalidade era a da oportunidade, nada poderia ser pronto, tudo precisaria passar pela transição de estar para ser, retornando para o sentir. Nossa imagem e semelhança representa a energia original, a concepção do criador. A trajetória pela matéria é a limitação que provoca as provações para a ascensão e o retorno a ume estado energético. Conflitos motivados pelas diferenças que ao mesmo tempo representam a única maneira de somar, já que isso não ocorre na igualdade. O igual dá estagnação, interrompe o crescimento e engessa as percepções e pensamentos. Relacionar-se para divergir, diferenciar-se para somar e unificar a coletividade, voltando ao grande todo.

A Formação do Pensamento Funcional Humano 

 

 

            A partir da formação e da proliferação das partes, cada fragmento recebera uma herança, vamos dizer assim, cósmica, cientificamente falando, ou, divina, misticamente referenciando-se. Essa bagagem representou os insumos primários à integração e adaptação ao modo biológico de viver. Afastadas de sua cara metade (Platão, O Banquete), cada componente passou a sentir o ambiente, realidade externa, e a forma, verdade interna, nas relações que se estabeleciam.

Rudimentarmente, agiam com os órgãos primitivos dos sentidos, e a única ferramenta que tinham em mãos eram as sensações, ou aferindo mais precisamente, vibrações provocadas pela reciprocidade de estímulos e respostas. As impressões que abalavam, transmutavam a energia original e evocavam um novo conteúdo que possibilitasse o ajuste ao desconhecido e ao inovador. Sentimentos derivam e a repetição, por tentativa e erro, método mais arcaico na metodologia do aprendizado, galga o primeiro degrau e soma a percepção como segunda ferramenta relacional. O homem passa a simbolizar os estímulos e então começa a compreender, rudimentarmente, as afinidades entre causa e efeito dos princípios entre estímulo e resposta.

O animal reage ao novo em quatro vértices elementares: tendo o novo como ameaçador, emerge a ansiedade para combater esse rival. O medo emerge pela sensação de falta de proteção diante do desconhecido e finaliza o ciclo com a culpa provocada pelo excesso ou a falta de atitude. Cada uma delas é alicerçada por não compreender e precisar descobrir. A ausência de significado, provoca em cada parte, a composição de suas próprias definições, esculpidas parte com a herança inicial, parte com as sensações, ou sentimentos, gerados pelo processo relacional. Cada estímulo usinado, retido na memória dos filetes neurológicos, vai gradativamente associando aos semelhantes e com isso comportamentos condicionados se estabelecem perante a paridade ocasionada pela aproximação. Cada grupo filogenético, de formação equiparada, assemelha a conduta a um mesmo padrão, reiterando que cada grupo precisava de um padrão de adaptação de acordo com sua evolução original.

A junção do presente com os registros mnemônicos possibilitou a elaboração das ideias e dos conceitos. Teorizações emanadas dos atos regularizados, ou seja, com inclinações intensas para o enraizamento e a radicalização. Não há dúvida que, pelo fato da luta para sobreviver, a mecanização transformou-se em um mecanismo defensivo e porto seguro da adaptabilidade. O grupo de métodos, postulado numa racionalização elementar, passou a estruturar sistemas diferenciados de olhares sobre a vida, dentro da própria existência. A humanidade, na sua competência específica, conquista a generalização e invade o espaço e o limite dos demais animais da fauna e vegetais da flora, compondo uma globalização do entendimento.

Para cada desafio, um mito. Toda atitude vitoriosa, um rito. Nas ameaças, dogmas e para as certezas, os paradigmas. Apresento o surgimento e o crescimento da cognição propriamente dita. A mesma capacidade que gerou a consciência da conveniente e significativa importância de abandonar a solidão e a individualidade pela coletividade. Um prenúncio de retorno à origem. A sociedade, para proteger-se e funcionar adequadamente, consolidou, elementarmente, a orquestração como tributo ao sucesso e a realização. Mitos, ritos, dogmas e paradigmas foram ensinados, fielmente, geração após geração, difundindo a identidade social pela cultura. Ergue-se o senso comum que arrebanha, doma e induz a respostas similares, porém, desiguais pela individualidade.

O pensamento humano parte da subjetividade sensorial de seus componentes para a concretização de significados que apreendem um tipo de saber, entretanto, mais significante, instauram o poder como meio de controle sobre o ambiente e ao próprio homem. Um segundo ponto de retorno à gênese, como imagem e semelhança do todo, ou do Criador, passamos a nos perceber como deuses. A racionalização permitiu a organização social e a criação de instrumentos que ampliam a qualidade de vida e seu deslocamento frente aos obstáculos e desafios. Montamos uma bela engrenagem e acabamos escravos de nós mesmos. Enquanto isso, pássaros continuam a voar, peixes a nadar e répteis a vagar pelas florestas. Por que a inteligência, afinal, emburrece e empobrece o ser humano?

Da Personalidade Individual à Personalidade Coletiva 

 

            O homem é aquilo que ele pensa que é”, afirmou Aristóteles. A educação, ou adestramento das pessoas, reforça o comportamento condicionado, assim como a cultura reafirma os valores sobre as ideias e as atitudes. Milhões de anos após a explosão, ou transmutação energética, dependendo do ponto de vista filosófico, continuamos com a herança original, somado as experiências vivenciadas nesse instante presente que nos encontramos. Perpetuamos as sensações, as percepções e o pensamento sobre isso. Hoje, de uma forma mais requintada, polida e aprimorada visto o desenvolvimento da inteligência.

Cada um de nós, partes integrantes do grande todo, somos portadores de uma identidade pessoal, chamada de personalidade. Os traços da nossa individualidade somam-se aos da coletividade, provocando consenso ou contradição, adicionando ou reduzindo, enfim, interagindo. A segunda personalidade vigente é a da coletividade, propagada pela história, de geração em geração. Minha cabeça, ou pensamento, meu guia. Elaboro não só sobre mim mesmo, como também pelas coisas e demais pessoas que me cercam mesmo situacionalmente. Essa ordenação é fomentada pela realidade criada nos ensaios experimentados. Assim como o todo é formado pelas partes, essas compõem o todo e isso justifica o movimento reencarnatório. Cada centelha, ou espírito, vem, materializando-se para os desafios do aprendizado e volta para recarregar os suprimentos que viabilizam a mudança. Por esse princípio, refiro-me as tentativas promovidas para cada retorno à matéria, vidas passadas e atuais.

Quando penso, direciono para algo ou alguém. O conteúdo dessa mentalização é carregado de sentimento. Mesmo leigamente falando, temos ciência de que não se pensa sem se sentir e isso equivale a algum tipo de afeto. Absolutamente, as emoções são constituídas de tipos diferentes de energia. Sendo a matéria igual à energia e vice versa, o pensamento produzido é um subtipo de “big bang” em que o ser eclode, em intensidade diferenciadas e formas multifacetadas, o que a sua constituição interna passa e o modo como está alicerçada. Falo na maturidade e do estágio de evolução. A energia é propagada, então, parte da alma se desdobra e vai ao encontro do direcionado. O afetado é impactado, podendo passar a afetação ou não da eclosão. A Lei de Ação e Reação, pautada pela Física Mecânica, provocará um “feedback” ou realimentação da interação, voltado a si ou ao outro, em igual vibração ou antagônica, sempre dependendo dos traços de cada uma das personalidades.

No âmbito social, a uma contextualização de padrões e de referências, perfilando as características de cada grupo, etnia e padrão de semelhança para a proximidade. Incorporada ao conteúdo da educação, a cultura propaga-se na mesma proporção da eternidade. Tanto no pessoal como em massa, emoções e atitudes são percebidas, porém, nem sempre com consciência elaborada. Nem tudo que percebo é consciente, mas tudo que está consciente passou pela percepção.

Sendo o pensamento uma fonte de emanação energética, e um veículo para o desdobramento do eu individualizado, logo o eu é a essência da alma, departamentalizada  do grande todo, dissociando-se em sub partes e conectando-se em tempo e espaço antagônicos ao que se situa. Poderia afirmar, cautelosamente, que o pensamento é o espelho da alma, manifesto, livremente, apesar do cárcere do invólucro físico, para que se teste, preparando-se para o desenlace definitivo da matéria e retorno definitivo ao cosmo. A forma de utilização é que determinará quando e como isso sucederá.

O pensamento, vibracionalmente falando, pode manifestar-se em duas formas: a espontânea onde os processos se realizam automaticamente, com redução do nível de consciência, ou, a provocada, direcionada a focos específicos de ação das intenções e da aplicação de forças próprias de cada espírito, encarnado, ou materializado, ou desencarnado e próximo da matriz energética do cosmo.

A saúde espiritual está alocada na relação equitativa entre o coletivo e o individual, onde senso comum e bom senso são aplicados mutuamente, sempre favorecendo o bem estar e a harmonia do todo. Finalizarei essa reflexão abordando a formação das personalidade múltiplas e a participação de cada uma no instante presente praticado próximo as esferas da carne.  Em referência a afirmação de Aristóteles, analiso que o elemento vibracional e dissociativo do pensamento, faz-nos mais desejantes usuários de um pensamento simbólico do que, de fato, uma posição diante do que produzo em termos de conteúdo. Produzo o que desejo, precisando ou não, podendo ou não,  da realização dessa vontade.

Propagação Quântica da Personalidade no Tempo e no Espaço 

 

            Num primeiro momento, centrarei a manifestação da personalidade, exclusivamente, na vida material. Colocarei de lado toda e qualquer possibilidade transcendental e me cercarei de uma consolidação meramente kartesiana. Elenco uma situação fictícia para a elaboração do pensamento. Uma mulher jovem, em torno de 20 anos de idade, começando sua vida adulta. No final da sua primeira infância, tem seu dedo esmagado na porta do quarto no momento que passa por uma punição devido a um comportamento inadequado. Meses depois, passa pela pressão de ser alfabetizada para poder participar regularmente dos primeiros anos da escola primária. Anteriormente, sofreu um luto significativo pelo afastamento de sua chupeta. Em torno de 10 anos de idade, seus pais se separam e inicia um tipo diferenciado de enfrentamento para a vida. Hoje é universitária, vivendo uma relação estável e organizando os primeiros elementos de estabilidade da vida adulta.

Fragmentos inerentes, diferentemente, a trajetória de qualquer pessoa. Cada “set” experimentado, forma um marco referencial para a história pessoal dessa mulher. Um momento, um enredo, sentimentos e uma forma de manifestação de personalidade. Mesmo passados todos esses anos, algumas das expressões vividas, retornam ao instante presente e irrompe a atual realidade que se encontra. Algumas, marcantes, manifestam-se com frequência e interferem no comportamento e nas emoções do exemplo referido. A semiologia da psicopatologia atribui o fato aos conteúdos ligados à memória, uma das nossas funções mentais. A reserva dessas é tomada por uma pulsão, ou energia dinâmica que solicita a expulsão para o consciente, estabelecendo uma conectividade com uma verdade pretérita. Poderíamos denominar essa energia de matéria sutil, em ação. Uma das personalidades geradas, viva, que se manifesta e se sobrepõe à atual.

Quantas pessoas, em nossas relações, que embasam suas vidas em fatos anteriores, apresentando dificuldades para seguirem seus caminhos e provocarem mudanças importantes e conquistarem mais saúde mental e até física. Essa energia se propaga no tempo e no espaço, encontrando destinos e focos de irradiação. Se essa mulher, por alguma razão, morresse agora, continuaria, filosoficamente, viva, pelo impacto gerado e permanência nos bolsões de memória de todos aqueles que a cercaram nesses anos. Refiro-me a manifestação de moléculas, átomos, quarks, férmions e todas as subpartículas que constituem essa identidade, impregnada nas interações estabelecidas.

O desencarne dissipa todo o bloco de matéria sutil concentrado, até então, na carne viva. Paira no ar, alocando-se, vibracionalmente, em regiões compatíveis, energeticamente falando, e continua sua pulsação exatamente como a é. O corpo espiritual simboliza o que a participação material concretiza, no caso, concretizava, no planeta. Agora sim, valorizando que essa pessoa já havia passado outras vezes na Terra, através da reencarnação, o fio de ligação e, condutor, associa todas as histórias e vivências, anteriormente manifestadas pelas sensações, agora através de reorganização simbólica.

A junção com o passado reencarnatório se dá pelo fato de que cada uma das personalidades manifestas, em todas as encarnações, pulsa e movimentam-se na razão das ligações estabelecidas com outros conjuntos de memórias, outras pessoas, participantes do processo vida. Não há consciência por haver fragmentação e sutileza na dissociação da matéria, entretanto, existe a percepção da vibração e, ocasionalmente do elemento simbólico que a forma. Na roupagem dos corpos espirituais, assemelham-se essas sutilezas e a reorganização consciente fica mais próxima.

O simples fato é que a ligação ocorre e assim, tanto, a sobreposição das personalidades encarnatórias, formadas ao longo da vida e daquelas impregnadas nas anteriores, mesmo sem consciência, apenas por sensações, dinamizam-se da mesma forma. É claro que aponto tanto o lado positivo e construtivo, onde o espírito agrega sabedoria e conhecimento para os novos enfrentamentos, como, igualmente, os de polos negativos, não maturados, que se aplicam à provação e a expiação e drenagem total dos pacotes quânticos para a depuração da alma.

O fato nos dá contemporaneidade. Há um deslocamento em tempo e espaço, ou seja, habitamos e flutuamos em diversos eixos e faixas, paralelamente, lapidando nossas imperfeições, auxiliando nosso próximo e edificando uma visão ampla das necessidades pessoais, coletivas e cósmicas. Mesmo subjetiva e sem um enquadramento contundente ao paradigma concreto, a intuição e as impressões veiculam nossa irrealidade cronológica e espacial, tornando-nos,  simplesmente, partes dissipadas de um todo a quem caminhamos a retornar. Imagem

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